As cidades mais caras do mundo para se viver

lifestyle viagens noticias 06 novembro de 2019

As cidades mais caras do mundo para se viver foram apresentadas, e o 1º lugar não pertence a uma cidade apenas, mas a três destinos. Paris, Cingapura e Hong Kong são as que lideram o grupo de Pesquisa Mundial de Custo de Vida de 2019 da Unidade de Inteligência Economista.

Paris está dentre as dez melhores desde o ano de 2003 e elevou uma posição atualmente, ao passo que a 4ª cidade mais cara do ano anteriores. Hong Kong teve um salto de 3 posições, empatando no topo, em primeira instância.

O estudo anual, que faz a avaliação do custo de mais de 150 questões em 133 cidades mundiais, revela um dos dez principais países que têm dominação ampla pelas cidades da Ásia e Europa.

Sobe e cai das cidades mais caras do mundo para se viver

Osaka conseguiu subir 6 posições e, atualmente, consegue dividir o 5º lugar com Suíça, na Genebra. Somente Los Angeles e Nova York são as cidades norte-americanas que estão entre as dez melhores. A Big Apple sobe 6 posições para o 7º lugar, sendo o posicionamento que faz o compartilhamento com Dinamarca, Copenhague.

Los Angeles foi posicionada como a 10º cidade mais cara do mundo, juntamente com Israel. De acordo com a pesquisa, as cidades americanas estão colocadas como as mais caras em relação aos serviços públicos e auxílio doméstico.

Na região da Europa, as cidades suíças de Genebra e Zurique, alcançando o 4º e 5º lugar, obtiveram custos maiores ao se tratar de gastos domésticos, cuidados pessoais, lazer e entretenimento.

Contudo, o alto escalão de Copenhague, 7º conjunto foi disposto como uma das cidades mais caras do mundo para se viver, em razão dos custos altos, de forma relativa, quanto a recreação, transporte e cuidados pessoais.

Ao passo que isso acontece, Istambul turca transformou-se, de forma considerável, mais em conta, reduzindo 48 posições para se localizar em 120º nessa listagem, em virtude da redução do valor da lira turca.

Tashkent, no país de Uzbequistão, sofreu também uma queda gigante, decaindo dezenove posições até chegar a 131º, ao passo que Moscou decaiu 16 posições até a posição 102º.

Em primeiro lugar dessa listagem se posiciona Sofia, a capital búlgara que subiu 29 posições para 90ª posição em compartilhamento, em razão de um preço elevado de mantimentos, atividades públicas e recreações.

Interrupções econômicas

Os custos de vida no país do Reino Unido também tiveram crescimento. Os preços dos serviços domésticos aumentaram, fazendo com que Londres subisse 8 posições para a 22ª posição conjunta. Trata-se de um fator primordial, para tanto.

A cidade de  São Francisco também se transformou num lugar caríssimo para viver, alcançando 12 posições para o vigésimo quinto lugar.

Foram observados custos convergentes em cidades mais caras, de forma tradicional, como:

  • Cingapura;
  • Paris;
  • Zurique;
  • Genebra;
  • Hong Kong;

Trata-se de uma prova de globalização e de gostos semelhantes para compras. Esse é um parecer de Roxana Slavcheva, editora da pesquisa mencionada. Ela também revela que a queda notável nas posições das cidades emergentes da economia acontece em razão das inflações altas, bem como depreciação cambial para Istambul, Moscou, Tashkent e São Petersburgo.

Não é uma surpresa que as cidades mais baratas para se viver tivessem a composição de indivíduos com transtornos de política e economia com documentação existente. A capital da Venezuela, por exemplo, estava no fim da lista, em um posicionamento que antes, pertencia à Síria, devastada pela guerra em Damasco.

A condição da economia deteriorada na Venezuela, bem como a hiperinflação se enraízam no posicionamento que tende a descender. A Síria tem classificação, logo acima de Caracas, pela 132ª posição, ao passo que Lagos da Nigéria tem empate com Karachi no país de Paquistão, em colocação de 127º.

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